Páginas

domingo, 31 de julho de 2016

Oneshot: BIONICLE – O Elemento do Amor

Eu disse que iria postar algo? Hehe. Olá pessoal como estão? Espero que bem. Aqui está uma pequena oneshot que fiz do universo BIONICLE da série atual do Netflix. Espero que gostem. A one ficou bem fofa e prometo trazer mais histórias desta franquia.
Boa leitura!
Mais um dia tranquilo e normal na ilha de Okoto. Em Ancient City, tudo estava normal. As crianças brincavam e os adultos trabalhavam, fazendo máscaras para as futuras gerações de guerreiros que ainda virão.
No centro da cidade, exatamente perto do templo do fazedor de máscaras, em uma pequena formação de pedras que serviam como bancos e ao meio da pequena roda que formava, tinha vários troncos de árvores queimados, simbolizando uma fogueira.
Quem estava sentado em um desses bancos de pedra, era Lewa o Toa da floresta. O grande mestre e controlador do ar e de toda a floresta que existia em Okoto. E ao lado dele, mais não muito distante estava o tão mal-humorado Pohatu, o Toa da pedra que lia um livro de capa dourada.
Mais Lewa não estava nenhum um pouco interessado no que seu amigo lia e sim, no que ele fazia. Ele com um pedaço de carvão que havia pegado da fogueira queimada, escrevia algo em um pedaço de papiro que estava sobre a pedra onde sentava-se.
Ele com muita empolgação, riscava o pedaço de papel com muita força mais ao mesmo tempo com a leveza do vento quando bate sobre as folhas de árvore. Com uma paz de espírito, o toa se deliciava e viajava sobre as palavras no qual colocava sobre o papiro. Mais nem tudo é paz neste infinito universo.
Dois indivíduos estavam chegando perto de onde Lewa escrevia. Esses dois eram companheiros de batalha dele. Onua, o Toa da terra e Kopaka, o Toa da neve. Os dois observavam calmamente e falavam entre si sobre o conteúdo que Lewa estava escrevendo.
– Escuta Kopaka, o que será que o Lewa está escrevendo naquele pedaço de papiro?
– Eu não sei. Vamos lá ver o que é.
Enquanto isso, Lewa viajava sobre as palavras e colocando todo o seu sentimento naquele pedaço de papel que tinha muito significado para ele. Mais algo, iria estragar a sua inspiração logo. Onua, com muita agilidade pega o papiro sem mesmo Lewa perceber o que deixa o Toa da floreta muito irritado.
– Ei. Me dá isso.
– Hum vejamos o que está escrito nesse papiro. – Lewa tentava pegar de qualquer jeito o pedaço de papel, mais não conseguia já que Onua era bem mais alto que ele. Enquanto que Kopaka ficava dando várias gargalhadas. Já Pohatu não estava nem aí e continuou a ler o seu livro dourado – Own. É uma cartinha de amor. E é para a Gali. Que romântico. – Nisso, ele começou a rir juntamente com Kopaka.
– Me devolve isso. É meu.
– Ei. Relaxa Lewa. A gente só quer ver o que está escrito. – Diz Kopaka.
– É Lewa. A gente promete não rir está bem? – Onua começa a ler os escritos no papiro e começa a notar algo estranho nas palavras – Ô Lewa, não seria melhor você reescrever isso aqui? Tem um monte de palavras erradas aqui cara. Acho que a Gali não vai gostar disso não.
– Eu reescrevo. Agora me devolve isso.
E com isso, uma grande discussão começa a se desenvolver. Onua não queria devolver de jeito nenhum o pedaço de papiro que continha palavras de amor e declaração á Gali, a Toa da água. Enquanto que Kopaka somente ria e Pohatu não dava a mínima.
Saindo do templo do fazedor de máscaras, vinha para o centro da cidade Ekimu o grande mestre fazedor de máscaras que antigamente dividia o posto com o seu irmão Makuta, que acabou se corrompendo e sendo banido para o Mundo das Sombras. Vendo toda a confusão, ele resolve ver o que ocorria.
– O que está acontecendo aqui? – Perguntava o ancião.
– Olha só Ekimu a linda cartinha que o Lewa estava escrevendo para a Gali. – Diz Onua entregando o papel para Ekimu que começou a ler o conteúdo da carta.
– Eu... estou muito envergonhado. – Diz Lewa com a cabeça abaixada.
– Envergonhado porque Lewa? – Dizia Ekimu – O conteúdo do papiro está muito bom. – Ele entrega o papel de volta para Lewa – Não importa o que está escrito e como ele está. O importante é que ele venha do coração. – Ele olha para os outros dois que não acreditaram no que viam e ouviam – E vocês dois, não deviam estar cuidando da terra de vocês? Ou de suas criaturas elementares? Então deixem o Lewa em paz.
Onua e Kopaka se retiraram e deixaram Lewa com suas palavras. Ekimu também se retira e deixa o Toa da floresta quieto com seus pensamentos em Gali. Enquanto voltava para o templo, o ancião ficara pensativo sobre o conteúdo da carta.
– Pobre Lewa. Eu não sei se escrevendo daquele jeito ele irá conquistar a Gali. Mais como disse para ele, o que importa é o sentimento, não as palavras. Eu só quero ver como isso irá se desenrolar.
[...]
Algumas horas se passaram e Lewa ainda continuava escrevendo o seu manuscrito para Gali. Ainda com algumas dúvidas para escrever, ele pensava como poderia transformar palavras duras em palavras com muito sentimento. Ele não se esquecera do concelho que Ekimu havia lhe dado.
Finalmente ele havia acabado de terminar a carta. Ele a releu e achou que estava muito bom. Mais ele precisava de uma opinião mais concreta para saber se estava realmente bom. E a única pessoa que ele viu naquele momento era Pohatu, que continuava a ler o seu livro dourado. Ele se levanta e vai falar com o Toa da pedra.
– Ei Pohatu.
– O que você quer? – Pergunta meio mal-humorado.
– Será que você poderia ler para mim? Eu queria saber se está bom para eu entregar para a Gali – Lewa entrega o pedaço de papiro para que Pohatu pudesse ler e lhe dizer o que achou da carta. Com cara de poucos amigos e muito irritado, ele pega o papel e começa a ler. Enquanto Lewa ficava ansioso pela sua resposta. Mais ele percebeu que Pohatu não estava nada contente – E então? O que acha?
– Você interrompeu minha leitura fascinante para eu ler essa porcaria? – Realmente, Lewa não estava esperando esse tipo de resposta. O Toa da floresta se choca um pouco por Pohatu ter sido muito rude. Mais esse, era a sua personalidade. Irritada.
– Mas...
– Pelo amor dos Toa é cada uma que me aparece. – Ele pega o papiro e o joga em cima de Lewa que coloca seus braços como se fosse uma espécie de proteção – Vá aprender a escrever primeiro antes de querer namorar, seu imbecil! – E com muita raiva, Pohatu sai de lá e vai para outro lugar querer um pouco de paz.
Por outro lado, Lewa se machuca um pouco com as palavras duras do amigo. Ele novamente pega o papel e começa a analisa-lo, para ver se tinha algo errado. Ele se sente muito triste com aquela situação que até pensa em jogar o pedaço de papel e desistir de tudo aquilo.
Mais algo, talvez, iria lhe salvar. Alguém vinha em sua direção e esse alguém era Tahu, o Toa do fogo e líder da equipe. Ele vendo seu amigo muito triste resolve ajudar como todo bom líder esta disposto a fazer por seus companheiros.
– Ei Lewa, o que houve?
– Eu não consigo fazer nada direito. Eu só queria escrever uma carta para a Gali, dizendo o que sinto por ela, mais todos parecem que estão contra mim. – Ele entrega o pedaço de papel para Tahu ler – Primeiro, foi o Onua e o Kopaka que ficaram rindo de mim. Depois o Pohatu que me maltratou. Talvez eu não sirva para ser um grande poeta no fim das contas.
– Hum. O conteúdo dela está bom. Mais é somente a escrita que está pecando o modo em que você quer mostrar seus sentimentos para a Gali. Olhe, talvez eu possa te ajudar com a escrita.
– Verdade? Nossa Tahu muito obrigado. Eu fico muito feliz por você me ajudar.
– Que nada. Vem comigo.
E assim, os dois passaram a noite escrevendo e preparando a carta para que no dia seguinte, Lewa pudesse a entregar para Gali. Tahu ficava dando lições para ele de como era a escrita correta das palavras, como elas eram pronunciadas além de outras contas. No fim, a carta estava pronta mais ambos estavam cansados e precisavam voltar para suas regiões. Agora, Lewa estava feliz e muito contente. Ele teria uma boa noite de sono.
No dia seguinte
Com pouca coragem, Lewa se encontra com Gali e os dois ficam frente a frente no meio do centro de Ancient City. Enquanto que os outros Toa só ficavam observando e comentando entre si.
– É sério que ele vai entregar aquela carta para a Gali? – Pergunta Pohatu.
– Existe louco para todo o mundo. – Diz Onua.
– Só quero ver se ela vai aceitar. – Diz Kopaka.
– Quietos. – Diz Tahu – Vamos apenas assistir e ver o que vai ocorrer.
Voltando ao foco principal, meio tremulo e um pouco nervoso por estar cara-a-cara com aquela que ele amava, Lewa criou coragem e entregou a carta para Gali mesmo estando um pouco nervoso.
– Gali, eu fiz essa carta para você. Eu espero muito que você goste. – Gali pega o pedaço novo de papiro, pois o antigo foi descartado e começa a lê-lo. Um pouco ansioso, ele fica a todo momento, esperando alguma resposta de sua amada. Enquanto que os outros somente assistiam. Ela termina a carta e volta a olhar para ele – E então? O que achou?
– Lewa... eu nem sei o que te dizer. Melhor. Eu vou lhe mostrar.
Gali levanta sua máscara e a de Lewa. Sem mesmo ele perceber, ela o beija. Os outros que assistiam nem acreditavam. Tahu ria de felicidade. Pohatu se irritava e sentia nojo da situação. Onua e Kopaka não acreditavam no que via e ficavam profetizando coisas que não existiam.
E já irritado, Pohatu resolve falar com Tahu sobre essa situação.
– Na moral, o que tinha nessa carta para que a Gali tivesse uma reação dessas?
– Coisas que você nunca entenderia meu querido Pohatu.

“Querida Gali, eu nem sei como começar esse manuscrito. Só posso dizer que estou um pouco envergonhado em dizer essas palavras. É uma pena, nós morarmos tão longe, mais estarmos tão perto um do outro. Nossas regiões são vizinhas, o que é uma coisa muito boa. Mais o que realmente quero lhe dizer é que eu te amo. Eu sempre a amei. Desde o dia que nos conhecemos e viramos os Toa. Só queria demonstrar o que eu realmente sinto por você minha Toa preferida. Espero que você goste dessa minha pequena carta.
Com amor, Lewa”.


FIM
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
Enfim pessoal, espero que tenham gostado dessa pequena oneshot que resolvi trazer para vocês. Fiquem com os Deuses e obrigada mais uma vez por gostarem.
Beijos da tia Raffy

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Quatro anos de blog!

Oooi pessoal como estão? Estou sumida né? Pois agora, eu estou de volta para comemorar os quatro anos de blog. Este maravilhoso blog já viveu muita coisa e construiu a minha carreira como escritora. E neste dia tão especial eu gostaria de contar um pouco mais sobre mim e como eu conheci meus gostos, como era a minha infância entre outras coisas e também, contando um pouco sobre o que virá para o blog.

Minha vida na Cultura Pop
Desde pequena, sempre gostei de ver filmes, séries, quadrinhos de super heróis.
Quem cresceu no começo dos anos 2000 se lembra de desenhos e séries como Pokémon, Digimon, Beyblade, Dragon Ball Z, Megaman, Projeto Zeta, Megas XRL, Samurai Jack e muitos outros clássicos. E o meu gosto por robôs sempre foi alto.
E foi no final dos anos 2000 que conheci a franquia Transformers. E depois beeem mais lá para frente, no começo dos anos 2010 que conheci Tartarugas Ninja. Quer dizer, eu já conhecia mais não era fã.
Mais também, assisti clássicos dos anos 80 como Caverna do Dragão. E também, assisti tokusatsus como Ultraman.
Sim. Eu amava ver os VHS da minha mãe do Ultraman quando tinha os meus nove anos. Mesmo eu tendo medo dos monstros que o Ultraman enfrentava hehe.
Mais não se preocupe. Não sou um caso isolado. Eu tenho uma amiga que morria de medo do Jiraiya quando era pequena e que a irmã mais velha dela colocava o tema da série para tocar na casa dela só para assustá-la.
Porém, o meu gosto nerd sempre foi para os robôs e só agora, estou dando uma chance para os super heróis que adorava assistir na infância.
E foi assim, que comecei a minha carreira como escritora. Comecei em 2011 escrevendo originais e algum tempo depois comecei a escrever fanfics de Transformers e escrevo até hoje, mais diferencio mais em escrever.

E o que vem para o blog?
O blog mudou de nome. Agora é Kyriale’s Tale. Tentarei postar todos os sábados ou algum dia que eu quiser para poder escrever fics, críticas de filmes que assisto entre outras coisas. E espero não ficar muito sumida nesse meio tempo hehe.
Então pessoal, esse especial foi bem curtinho mais foi de coração. Será muito bom retomar esse blog no qual eu tanto amo. Espero que tenham gostado.


Bjs da tia Raffy.